Três colegas de trabalho conversam animadamente durante uma reunião

Como saber se os benefícios da sua empresa estão sendo valorizados pela equipe?

2 Janeiro 2026

Em um cenário onde bem-estar e flexibilidade são estratégicos, é essencial medir se os benefícios oferecidos realmente geram valor para os colaboradores. Este guia apresenta critérios práticos para avaliar e otimizar sua proposta de benefícios.

No contexto profissional de hoje, oferecer benefícios corporativos já não é suficiente para atrair e reter talentos. Hoje, as empresas que fazem a diferença são aquelas que medem, escutam e ajustam sua proposta de valor de forma contínua.

O bem-estar, a flexibilidade e a experiência do colaborador se tornaram eixos estratégicos e surge uma pergunta chave para quem cuida de RH e gestão de pessoas:

Os benefícios que você oferece estão realmente sendo valorizados pelos seus colaboradores… ou apenas presumimos que estão?

Se você não tem a resposta, não se preocupe! Fique com a gente e, neste post você vai aprender:

7 critérios para entender o valor dos benefícios para o funcionário

A seguir, compartilhamos quais são os critérios que você deve levar em consideração  para responder a essa pergunta com dados, insights e foco estratégico.

1. Uso real do benefício: o primeiro indicador (mas não o único)

Um benefício valorizado pelo funcionário é utilizado pelas equipes. 

Medir a taxa de uso de cada benefício é o ponto de partida básico para avaliar sua efetividade.

O que observar:

  • % de colaboradores que usam o benefício.
  • Frequência de uso mensal.
  • Sazonalidade (só é usado em certas datas?).

⚠️ Atenção: um volume baixo de uso nem sempre significa baixo valor percebido. Às vezes o problema é desconhecimento, complexidade ou pouca flexibilidade.

Dica: Os benefícios mais valorizados hoje são aqueles que se integram facilmente ao dia a dia do colaborador, como vale-alimentação ou benefício flexíveis, que não exigem processos burocráticos nem decisões forçadas.

2. Nível de conhecimento: não se valoriza o que não se conhece

Um dos erros mais comuns é presumir que os colaboradores conhecem todos os benefícios disponíveis para eles na empresa.

Perguntas importantes para fazer:

  • Sabem exatamente quais benefícios têm?
  • Entendem como usá-los e onde?
  • Recebem lembretes ou apenas um e-mail por ano?

Medir isso por meio de pesquisas curtas ou grupos focais costuma revelar um dado revelador:

👉 Muitos benefícios “mal avaliados” simplesmente estão mal comunicados.

Boas práticas:

  • Comunicação contínua do pacote de benefícios, não apenas no onboarding.
  • Mensagens simples, explicações visuais com exemplos reais.
  • Vincular os benefícios a momentos de vida (férias, volta às aulas, planejamento do ano).

3. Percepção de valor: o emocional importa tanto quanto o econômico

O valor de um benefício não é apenas monetário. É simbólico e emocional, diretamente ligado à relação de cada pessoa com a empresa em que trabalha.

Indicadores a medir:

  • O colaborador sente que o benefício melhora sua qualidade de vida?
  • O benefício e percebido como algo relevante para sua realidade pessoal?
  • O funcionário associa a oferta do benefício a uma preocupação genuína da empresa com seu bem-estar?

Hoje, os colaboradores valorizam especialmente:

  • Liberdade de escolha.
  • Benefícios com flexibilidade de uso.
  • Benefícios que aliviam gastos cotidianos de verdade.

A personalização dos benefícios de acordo com o perfil de cada colaborador e a possibilidade de escolher o que receber é um dos fatores que mais influencia a percepção positiva de um benefício.

4. Alinhamento com as necessidades reais da sua equipe

Um benefício pode ser “bom”, mas não necessariamente adequado para sua força de trabalho.

Para avaliar se a empresa fez a escolha correta, pergunte-se:

  • Conheço o perfil etário, familiar e socioeconômico dos meus colaboradores?
  • Estou entregando o mesmo para todos sem segmentar?
  • Os benefícios respondem ao contexto do país (inflação, custo de vida, transporte, alimentação)?

As empresas inovadoras estão migrando de benefícios padrão para ecossistemas de benefícios flexíveis, onde o colaborador decide como e quando usá-los.

5. Impacto em engajamento, clima e retenção

Um benefício realmente valorizado deixa marca em indicadores estratégicos.

Meça seu impacto em:

  • Engajamento e comprometimento.
  • Clima organizacional.
  • Sentido de pertencimento.
  • Recomendação da empresa como lugar para trabalhar.

Se um benefício não altera nenhuma dessas variáveis, provavelmente está funcionando apenas como um “check administrativo”, não como uma ferramenta estratégica para mais motivação e produtividade.

6. Feedback direto: a voz do colaborador é insubstituível

Não há termômetro melhor do que perguntar diretamente aos funcionários sobre como se sentem sobre os benefícios que recebem.

Ferramentas úteis:

  • Pesquisas de pulso curtas.
  • Perguntas específicas por benefício.
  • Espaços qualitativos (grupos focais, entrevistas).

Exemplos de perguntas eficazes:

  • Que benefício você eliminaria e por quê?
  • Que benefício você adicionaria?
  • Que benefício te traz mais tranquilidade no dia a dia?

Esse tipo de feedback costuma entregar insights muito mais úteis do que uma avaliação geral.

7. Custo vs. valor percebido: eficiência estratégica

Finalmente, um fator fundamental para a empresa:

👉 O custo do benefício se justifica em relação ao valor percebido pelos colaboradores?

Benefícios pouco usados, mal avaliados ou irrelevantes geram:

  • Despesa desnecessária.
  • Frustração dos colaboradores
  • Sensação de desconexão entre empresa e as pessoas que trabalham para ela.

Otimizar benefícios não significa apenas reduzir custos, mas redirecionar o investimento para o que realmente importa.

Tabela simplificada para começar a avaliar agora o valor dos benefícios para funcionários

Critério O que medir Indicador principal Ação recomendada
Uso real % de colaboradores; frequência; sazonalidade Adoção mensal Simplificar acesso; remover barreiras
Conhecimento Nível de entendimento sobre o benefício % que sabe como usar Comunicação contínua e exemplos
Percepção de valor Impacto emocional/contextual Sentimento de melhora na qualidade de vida Oferecer opções flexíveis e escolha
Alinhamento Perfil demográfico e contexto dos funcionários Segmentação correta da equipe Personalizar/segmentar benefícios
Impacto estratégico Engajamento, clima, retenção Mudança em KPIs de RH Redirecionar investimento para o que gera impacto

 

Conclusão

Aqui na Pluxe, acreditamos que benefícios são muito mais do que um cartão ou um serviço: são uma transformação na experiência do colaborador.

Os benefícios devem ser uma experiência cotidiana, não uma lista de itens no RH.

Por isso, desenvolvemos e atualizamos diariamente soluções que:

  • Se adaptam a diferentes realidades.
  • Oferecem liberdade de escolha.
  • Impactam diretamente o bem-estar financeiro e emocional dos colaboradores.
  • São fáceis de usar, comunicar e medir.

Medir se os benefícios oferecidos pela sua empresa estão sendo valorizados não é apenas uma boa prática:é uma decisão estratégica que impacta motivação, produtividade e reputação empregadora.

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