5 perguntas que você deve fazer antes de contratar um fornecedor de benefícios corporativos

Profissional do financeiro busca informações sobre benefícios para funcionários

Benefícios corporativos são estratégia, não luxo. Antes de contratar um fornecedor, avalie problema a resolver, domínio regulatório, cobertura real, flexibilidade e capacidade de suporte e dados — para maximizar bem‑estar, retenção e ROI.

Não é de hoje que sabemos que os benefícios corporativos deixaram de ser um luxo para se tornar uma ferramenta estratégica de negócio. Cada vez mais empresas no Brasil, Chile, Peru e Uruguai entendem que um pacote de benefícios bem otimizado impacta diretamente a retenção de talentos, o bem-estar integral do colaborador e a reputação da marca empregadora.

A escolha de um fornecedor não pode se basear apenas em preço ou em promessas de marketing: deve se sustentar em evidências, dados reais e uma visão de longo prazo conectada aos objetivos da sua empresa.

Muitos empregadores estão incluindo benefícios voluntários voltados ao bem-estar social e à flexibilidade laboral. Oferecer assistência médica, bônus de desempenho, vale-refeição e vale-transporte, por exemplo, tornou-se um diferencial competitivo crescente no mercado de trabalho local. Isso está alinhado com tendências globais de bem-estar no trabalho que mostram que benefícios bem desenhados reduzem a rotatividade, elevam a produtividade e melhoram o comprometimento organizacional.

Mas como escolher um fornecedor de benefícios que possa garantir os resultados que sua empresa precisa? Veja a seguir o que você precisa levar em consideração:

1. Que problema real você quer resolver com o benefício?

A resposta determina desde o desenho até a medição de resultados. Em países como o Peru, observa-se que quase três em cada quatro empresas já priorizam esquemas flexíveis e benefícios personalizados para diferentes grupos de trabalho — por exemplo, operacionais, administrativos ou lideranças estratégicas — em vez de entregar um pacote padrão único.

No Brasil, com milhões de trabalhadores que recebem benefícios regulamentados pelo Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), a oferta de vale-alimentação e vale-refeição com ampla rede de aceitação é um fator-chave de satisfação no trabalho.

No Uruguai, uma parcela considerável de empresas já utiliza tíquetes de alimentação, um benefício popular para aliviar custos diários dos colaboradores, vinculado a índices mais altos de retenção de talentos.

No Chile, embora muitos benefícios já sejam obrigatórios por lei, o diferencial competitivo está em complementar essa base com benefícios que tragam bem-estar e flexibilidade, como cartões de alimentação, melhores seguros de saúde ou programas de desenvolvimento pessoal e familiar.

👉 Fazer esta pergunta primeiro permite alinhar o investimento a necessidades reais, e não a expectativas genéricas ou modas passageiras.

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2. O fornecedor domina o marco regulatório e tributário do país onde você opera?

Esta é uma pergunta crítica, dependendo de onde estão os seus funcionários:

  • No Brasil,  o PAT regulamenta a operação de cartões de alimentação e as taxas para estabelecimentos; os fornecedores devem garantir segurança jurídica por meio da conformidade contratual e fiscal.
  • No Uruguai, a oferta de tíquetes de alimentação também tem efeitos sobre encargos e obrigações tributárias.
  • No Chile, embora os benefícios voluntários não tenham regulação específica, o marco trabalhista é rigoroso quanto ao cumprimento de benefícios obrigatórios, encargos sociais e documentação legal; qualquer fornecedor deve assegurar que seu modelo respeita as leis de proteção ao trabalhador no país.

Se o fornecedor não domina o ambiente regulatório dos países em que você atua, há risco de contingências legais, sanções e custos inesperados.

3. Qual é o tamanho da rede de aceitação — e como isso funciona no dia a dia?

Dizer que ‘a rede é ampla’ não basta. Você deve perguntar para o forncedor de benefícios:

  • Quantos estabelecimentos aceitam o benefício? Onde?
  • Existe alguma restrição para o uso do benefício?
  • Como é tratada uma transação rejeitada?
  • Qual é o nível de satisfação do usuário final?

No Brasil, por exemplo, a expansão da rede de estabelecimentos sob o PAT tem sido fator-chave para oferecer mais opções aos trabalhadores.

No Uruguai, os benefícios de alimentação estão entre os mais utilizados porque permitem aos trabalhadores aliviar gastos diários com comida.

E no Chile, o desenvolvimento de plataformas locais de benefícios corporativos — incluindo opções de bem-estar físico, emocional e financeiro — evidencia que a aceitação real pelo colaborador é tão importante quanto a disponibilidade contratual.

4. O benefício é realmente flexível?

Flexibilidade deve ser entendida como a capacidade de ajustar regras e parâmetros conforme segmentos de colaboradores, políticas internas e mudanças de mercado. Pergunte, por exemplo:

  • É possível personalizar por unidade de negócio ou tipo de contrato?
  • Dá para criar regras para grupos com necessidades distintas?

O fornecedor ideal oferece soluções e configurações que alinhem benefícios às políticas internas sem gerar trabalho administrativo excessivo.

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5. Que capacidades de suporte, dados e controle o fornecedor entrega (SLA, relatórios, segurança)?

Além de entregar o benefício, o seu fornecedor também precisa mostrar:

  • SLAs claros (tempos de atendimento e resolução).
  • Relatórios robustos por país, segmento e centro de custo.
  • Integrações contábeis e de RH.
  • Proteção de dados de colaboradores conforme leis locais (por exemplo, LGPD no Brasil).

A análise do uso real do benefício permite quantificar impacto e justificar investimento.

Como avaliar propostas de fornecedores com objetividade

Antes de decidir, monte uma matriz de avaliação com esses critérios-chave:

  1. Conformidade regulatória
  2. Experiência do usuário final
  3. Flexibilidade operacional
  4. Qualidade de dados e métricas

Solicite demonstrações reais (incluindo simulações de uso diário, atendimentos de suporte e exemplos de relatórios) e referências de clientes comparáveis em porte e setor.

Conclusão 

Escolher um fornecedor de benefícios é uma decisão estratégica, não apenas financeria. Na Pluxee, acreditamos que benefícios bem desenhados são uma ponte entre o propósito organizacional e a realidade das pessoas que trabalham com você.

Antes de contratar, faça estas 5 perguntas com rigor, baseadas em dados e focadas em impacto — não apenas em desconto ou preço. Quem representa seus benefícios deve ser um parceiro que entende o mercado local de cada país, as necessidades dos seus colaboradores e como converter esse investimento em bem-estar, comprometimento e reputação corporativa sustentável.

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