PluxeeCast 21: Governança, IA e a ciência de gerenciar incertezas

Saiba como a integração entre tecnologia e estratégia protege a reputação das empresas e transforma riscos em vantagens competitivas

No cenário corporativo atual, a palavra "risco" muitas vezes é interpretada como um freio. No entanto, o episódio 21 da segunda temporada do PluxeeCast prova o contrário: a gestão de riscos é, na verdade, um acelerador de decisões inteligentes. 

O debate reuniu três grandes nomes do setor: Daniel Laviola, gerente de riscos e controles internos da Pluxee; Cléber Rodrigo Costa, CTO da Jallcards; e Fernando Radunz, diretor de tecnologia da Pluxee, em uma conversa sobre os desafios e perspectivas do mercado. 

Confira o episódio completo: 

O risco como bússola estratégica

Para Daniel Laviola, o conceito de risco é simples: incerteza. Ele explica que o papel da sua área não é eliminar todos os problemas possíveis, o que seria financeiramente inviável, mas sim: garantir que o alto escalão da empresa tenha total ciência sobre quais riscos está correndo.

Essa clareza é uma vantagem competitiva: parceiros e acionistas sentem-se mais seguros ao negociar com empresas que demonstram solidez e governança.

A tecnologia na linha de frente

A tecnologia deixou de ser um suporte para se tornar o próprio "core" da segurança. Durante o papo, Fernando Radunz destacou que a Pluxee, como uma empresa digital que processa pagamentos em segundos, utiliza o monitoramento em tempo real para mitigar riscos de forma preditiva.

Cléber Rodrigo Costa trouxe a visão da Jallcards sobre como a Inteligência Artificial já mudou a operação: ele utiliza a IA não apenas para otimizar o tempo de desenvolvimento de software, mas como uma ferramenta de gestão de pessoas e produtividade, permitindo entregas mais rápidas e seguras.

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IA: aliada ou substituta?

Um dos pontos altos do episódio foi o debate sobre o futuro do trabalho. Os participantes concordaram que a IA não substituirá os profissionais, mas sim as tarefas burocráticas e técnicas (hard skills).

  • Visão de Cléber: o programador de hoje precisa entender de ética e leis, não apenas de código;
  • Visão de Radunz: estamos vivendo o fim da era dos especialistas isolados e a ascensão de profissionais generalistas com visão holística;
  • Visão de Daniel: a IA ajudará a calcular o "apetite de risco" das empresas com base em dados históricos e geográficos.

Ecossistema de confiança e parcerias

A governança não termina dentro das paredes da empresa. Como bem pontuado pelos convidados, o risco de um fornecedor é o seu risco. Por isso, Daniel e Fernando reforçaram a importância de: auditar parceiros e garantir que todo o ecossistema de negócios compartilhe o mesmo nível de segurança e certificações.

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Vale a pena investir em gestão de risco ocupacional?

Uma dúvida comum é se a governança deve focar apenas no digital. A resposta é não. A gestão de risco ocupacional é uma extensão vital da estratégia de qualquer empresa. Ao investir no bem-estar e na segurança dos colaboradores, a organização reduz passivos e fortalece sua cultura interna.

A gestão de risco ocupacional demonstra que a empresa valoriza seu maior ativo, o capital humano, o que reflete diretamente na percepção de valor da marca.

O recado da Governance Week

Este episódio especial faz parte da semana de governança da Pluxee. 

O objetivo principal é: manter o tema vivo na cultura da empresa, garantindo que desde os novos colaboradores até os veteranos compreendam que a segurança é responsabilidade de todos.

Em resumo: gerenciar riscos é transformar o incerto em estratégia que move o negócio.

Link para o episódio no Spotify: PluxeeCast 21: Reputação, governança e gestão de riscos ocupacional